VACAREZZA

Hahahaha, estou morrendo de rir. Explica, Vacarezza, explica! Eta tiro saído pela culatra…

2012-05-21_1731

Cada vez mais fácil reconhecer que honestidade não é fator preponderante em nossa política atual.

O kit parlamentar inclui um enorme saco de risadas abastecido infinitamente sem restrições, basta enche-lo e quando desejar, rir, rir muito a cerca de tudo que reclamamos, as portas fechadas é claro, graças a indesejável presença da imprensa, nossa imprensa, que embora tenha sofrido alguns ataques, tem sido o pronto socorro da informação; e vamos e convenhamos, permitiu que sua lisura desse a oportunidade de investida como tentativa de desmoralizar, descredenciar valores de informações tão cirurgicamente endereçada ao povo brasileiro, cidadão alvo principal que perece sob os erros que comete quando atribui confiança aos que não almejam, tão pouco compartilham de seus interesses comuns, sociais, públicos.

Nossa justiça que cega deveria ser se parece cada vez mais vesga, quando não finge não ver, finge julgar sob a presunção da inocência dos culpados, quem sabe pares ou promissores parceiros, quiçá donatários de futuros cargos políticos de grande poder de manipulação.

Nossa leis punem os que não podem constituir grandes juristas, pobres e de poucas luzes incapazes de defesas que perambulassem a preservação de seus direitos individuais, de defesa, de cidadania, de humanitariedade, subjugam e renegam mitigação do sofrimento humano pela sua condição de impotência financeira. Protegidos estão os que mais transgridem, munidos de todo poder que lhes confiamos. O povo ouve melhor do que enxerga por mera confiança e boa fé, entretanto parece desperceber os descumprimentos dos deveres, as mazelas, em meio ao barulhento saco de risadas do parque de diversões que se transformaram nossas augustas casas de leis.

Vem ai as eleições 2012

 QUANTAS VERDADES PODEM EXISTIR?

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1- A Comissão da Verdade foi criada pela Presidência para esclarecer violações de direitos humanos durante a ditadura militar. Os sete integrantes foram convidados pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff. Com a ajuda de 14 auxiliares, eles terão a missão de ouvir depoimentos em todo o País, requisitar e analisar documentos que ajudem a esclarecer os fatos da repressão militar. O prazo para o trabalho de investigação é de dois anos. Conheça cada um dos membros da comissão:

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2-  Gilson Dipp - É ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde 1998 e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 2011. Também preside a comissão designada pelo Senado para elaborar um novo Código Penal. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi corregedor-nacional de Justiça de 2008 a 2010 e presidente da comissão designada pelo Senado para elaborar um novo Código Penal
Foto: Elza Fiúza/Ag

 

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3-  João Paulo Cavalcanti Filho - Graduado em Direito, atua como advogado, escritor e consultor. Foi presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), autarquia vinculada ao Ministério da Justiça Brasileiro. Também atuou como ministro interino da Justiça no governo José Sarney e secretário-geral do Ministério da Justiça
Foto: José Cruz/Agência Brasil

 

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4-  Rosa Maria Cardoso da Cunha - Doutora em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro (Iuperj), é advogada criminalista, professora e escritora. Amiga de Dilma, foi advogada da presidente durante a ditadura militar. Também foi membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (de 1999 a 2002) e subsecretária de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (de 1991 a 1994)
Foto: Rogerio Arcuri/Arquivo Pessoal/Especial para Terra

 

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5- Paulo Sérgio Pinheiro - Professor, escritor e consultor, é relator da Infância da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Doutorem Ciência Política pela Université de Paris I, foi secretário especial de Direitos Humanos e relator do Programa Nacional de Direitos Humanos. Atuou como relator da ONU para a Situação dos Direitos Humanos em Burundi (1995-1998) e em Myanmar (2000-2008), e foi um dos representantes da sociedade civil na preparação do projeto da Comissão da Verdade

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6-  Cláudio Fonteles - Foi procurador-geral da República de 2003 a 2005, no governo Lula. Na década de 60, atuou em movimento político estudantil e foi membro grupo Ação Popular (AP), que comandou a União Nacional dos Estudantes (UNE). Mestre em Direito pela Universidade de Brasília, também coordenou, em 1991, a Câmara Criminal e a antiga Secretaria de Defesa dos Direitos Individuais e Interesses Difusos (Secodid). Atualmente, é membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

 

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7-  Maria Rita Kehl - Doutora em psicanálise pela PUC-SP, atua como psicanalista, ensaísta, crítica literária, poetisa e cronista. Foi editora do Jornal Movimento, um dos mais importantes nomes do jornalismo alternativo durante o regime militar no Brasil
Foto: CPFL Cultura/Divulgação

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8-  José Carlos Dias - Advogado criminalista, foi ministro da Justiça entre 1999 e 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso. Graduado pela Faculdade de Direito em São Paulo, também foi secretário da Justiça do Estado de São Paulo (de 1983 a 1986) e presidiu a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, da qual é, atualmente, conselheiro. É autor de dois livros de poesia: Miragens do meu deserto (Editora Talarico, 1953) e Vozes perdidas (Editora Saraiva,
Foto: Reprodução

Operação Monte Carlo
Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Tocantins E BRASIL ALEM DENIT, GOVERNO DE GOIAS, SS-DF
Ideal Segurança, Delta Construções, Vale do Rio Lontra, Agência Goiana de Transportes e Obras
senadores Renan Calheiros e José Sarney
Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, Marconi Perillo, Eliane Pinheiro Sérgio Cabral , governador Agnelo Queiroz, Luiz Antonio Pagot, deputado Valdemar Costa Neto, deputado federal Valdemar Costa Neto, senador Alfredo Nascimento (PR-AM), deputado Wellington Fagundes (PR-MT), prefeito de Águas Lindas, Geraldo Messias (PP) Agnelo Queiroz, ex-governador do Tocantins Marcelo Miranda, Carlos Henrique Gaguim, Wladmir Garcez, Wélber, Rossine Aires Guimarães, Cláudio Abreu, Garcez, Walter Paulo Santiago, Fernando Cavendish, Aluízio de Souza, Rafael Barbosa (SS-DF),, Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e o Marcello Lopes, o Marcelão, Cláudio Monteiro, Paulo Tadeu, Jayme Rincón, Antônio Carlos Almeida Castro, o Kakay
 
Investigação no Tocantins mostra corrupção no Judiciário MP acusa quatro dos 12 desembargadores de vender sentenças; denunciados negam existência de esquema
AE | 20/03/2012 09:21
Texto: 
Quando a corregedora Nacional de Justiça, Eliana Calmon, revoltou a magistratura ao afirmar, no ano passado, que havia “bandidos de toga”, ela não revelou nomes, mas tinha uma lista com casos emblemáticos, como o encontrado em Tocantins.
A corregedora já conhecia parte das quase 5 mil páginas da ação penal 490, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), uma espécie de radiografia de tudo o que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) busca combater no Judiciário.
 
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A corregedora que enfrentou o chefe do Poder Judiciário Ao longo de quatro anos, uma ampla e detalhada investigação mostra que 4 dos 12 desembargadores montaram esquemas no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO) para vender sentenças, satisfazer interesses de políticos locais, cobrar pedágio para liberar o pagamento de precatórios, confiscar parte dos salários dos assessores para financiar viagens ao exterior e cobrar dos cofres públicos indenização vultosa por danos morais por terem sido investigados.
Os indícios e provas colhidos levaram o Ministério Público a denunciar quatro desembargadores, dois procuradores do Tocantins, sete advogados, três servidores do tribunal e outras duas pessoas envolvidas no esquema.
O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso à denúncia do MP, e aos 15 volumes e 47 apensos da ação penal no STJ contra a presidente do Tribunal de Justiça de Tocantins, Willamara Leila de Almeida, e os desembargadores Carlos Luiz de Souza, Amado Cilton Rosa e José Liberato Póvoa.
 
Saiba mais:
Calmon propõe mudança para CNJ ter mais poder contra juízes corruptos Perícias em computadores de advogados e juízes, depoimentos de testemunhas, ligações telefônicas gravadas com autorização da Justiça, vídeos e fotos captados pela Polícia Federal mostram em detalhes como o esquema funcionava.
Nas 152 páginas, o Ministério Público denunciou os envolvidos por formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência, peculato e concussão. Sentença copiada No primeiro dos casos em que o MP aponta indícios de venda de sentenças, as investigações mostram que o desembargador Carlos Souza (foto: e) não teve sequer o trabalho de escrever o voto que iria proferir e que atendia aos interesses de advogados que defendiam o Instituto de Ensino Superior de Porto Nacional (Iespen) – Germiro Moretti e Francisco Deliane e Silva (juiz aposentado).
A Polícia Federal apreendeu na casa de um dos advogados um computador em que o voto estava sendo escrito.
A última versão do texto datava do dia 20 de junho de 2007, às 9h36. Horas depois, o caso estaria na pauta de julgamento do TJ-TO.
Para saber se aquele texto correspondia ao voto proferido pelo desembargador Carlos Souza, a PF fez uma comparação entre os dois.
Das 146 linhas do documento, 131 foram usadas no voto do desembargador.
As poucas alterações foram para corrigir erros de digitação ou para substituir termos jurídicos em latim por expressões em português.
Os grifos e os erros de pontuação do texto encontrado no computador do advogado foram mantidos no voto do desembargador.
Conversas telefônicas entre Morreti e Deliane reforçaram as suspeitas do Ministério Público.
Denunciados negam esquema
Nos depoimentos prestados ao longo da investigação ou nas defesas prévias encaminhadas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), os desembargadores, advogados e outras pessoas denunciadas pelo Ministério Público Federal negam a existência do esquema de venda de sentença.
O desembargador Carlos Luiz de Souza (foto: e) afirmou que nunca conversou ou recebeu oferta de dinheiro em troca de decisão.
“Nunca recebi (dinheiro em troca de decisão). Eu sempre recebi os advogados, ouvi o que eles tinham para dizer, mas nunca houve essa conversa de receber vantagens”, disse. “Nunca teve conversação de advogado pessoalmente comigo no sentido de qualquer vantagem, de qualquer benefício”, acrescentou.
 
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Jurista defende pena de morte para bandidos de toga O desembargador Liberato Póvoa (foto: d) afirma nunca ter ouvido falar da existência de casos de venda de sentença no Tribunal de Justiça do Tocantins. E afirmou que advogados podem ter usado seu nome de forma indevida.
“O que posso dizer é que no Tribunal de Justiça é muito comum, é muito comum advogado chegar e usar o nome da gente, é comuníssimo”, afirmou. “Isso aí eles fazem – não todos, evidentemente.
E a gente fica vendido na história sem saber nada”, disse.
No depoimento, Póvoa afirmou não se recordar de ter recebido o advogado Germiro Moretti em sua casa, ocasião em que teria sido remunerado, conforme aponta a investigação do MP, por decisões que teria proferido. O advogado Germiro Moretti, que confessou, no depoimento após a operação, ter pago propina a desembargadores, voltou atrás quando apresentou sua defesa à denúncia do MP. O defensor dele, Ricardo Cunha Martins, acusa a polícia de ter cometido uma série de ilegalidades: de impedir sua entrada durante o interrogatório prestado por Moretti na PF; de tê-lo coagido; de ter elaborado as respostas; e, ainda, de ter colocado que ele iria colaborar com as investigações – ele sugeriu que poderia fazer um acordo de delação premiada.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Com Agência Estado
Desembargadores são levados coercitivamente pela policia federal no Tocantins
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na foto: Des. Carlos Souza (e) Willamara Leila e Liberato Póvoa (d)
Foto: Claudio Gonçalves
A INTELIGÊNCIA DA DESINTELIGÊNCIA
 
Mas de onde vem a violência que muda o sentido das coisas do esporte? O sentido da integração, da alegria, da esperança, a esportividade, de onde vem? De onde vem não se sabe precisar em ambas as questões. Tanta repressão, necessária de certa forma, – no sentido de que a policia tem que evitar que se matem com em ritual de selvageria, como numa rinha de galo, ou uma arena medieval- quando ao invés de comemorar, se agridem, e nestes últimos tempos, mutuamente. Jovens que saem de suas casas com o grito do gol na garganta e levam consigo paus e pedras e o desejo de espancar, sem remorso, até de matar, outros que igualmente saíram de casa para o mesmo fim, dividindo a mesma arena de batalhas. Já os que lá estão no dever de manter a ordem e o bem estar de cada um não comungam da mesma inspiração, porem explodem em um simples corre-corre de violência, que só faz aumentar.
Emergem da lagoa da violência, um monstro mediador, feroz e implacável algoz. Pobres torcedores, loucos torcedores, magno esporte o futebol que inspira crianças, jovens e adolescentes que ingenuamente sonham um dia se tornarem ídolos, venerados e que quando não vencem seus adversários esportivos se assemelham ao estopim da bomba que explode nas ruas quando se fecham as cortinas do espetáculo. Onde esta nossa inspiração?
Não bastasse a onda de violência em torno da torcida do esporte emblemático brasileiro, a indústria milionária do entretenimento lança a selvageria do espancamento em um Reality show que deve mostrar a convivência entre 16 pessoas que dormirão juntos, viverão juntos e se espancarão juntos, se esvaindo em sangue em nome de um rotulo de campeão. Campeão de que?
Selvageria talvez.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na foto: Marcos Dener, SER Caxias, campeonato Brasileiro, serie C, 2008 -Marcos emplacou os dois gols da partida havia três dias da morte de sua mãe, suas mão erguida aos céus na comemoração bem que poderia ser uma homenagem. O SER CAXIAS deixou o campeonato depois desse jogo, não se classificando para a segunda fase do campeonato.

O TATU-BOLA símbolo da Copa para o ano de 2014 esta sendo questionado.

Certamente quando imaginaram o bichinho representando o Brasil, pensaram na forma que ele assume quando se sente ameaçado: enrola-se todo escondendo seu focinho entre a barriga se parecendo uma bola.

Com uma imaginação mais profunda os contraditórios fazem piadas a respeito da capacidade que o bichinho brasileiro tem para escavar, fazer buracos;  talvez pensando em nossas ruas e avenidas tão esburacadas atualmente.  Seria muito bom se o ataque da seleção escavasse mesmo a defesa adversária e fizesse muitos gols, coisa impossível de acontecer, convenhamos.

Mas vamos ao ponto: já que o símbolo escolhido, o Tatu, não agradou nada mais propicio de que as nadegas, também conhecida como bunda – me perdoem o populacho- dos brasileiros, para não usar uma palavra mais vulgar, já que ela atualmente tem sido chutada de tudo quanto é lado por esta política que vivenciamos nos últimos tempos, não é mesmo?

A corda so arrebenta pro lado do pobre.
Um coração de um Zé ninguem foi parar literalmente dentro de uma Mcklarem de mais de R$ 2,7 milhões, curiosamente a policia rodoviária afirma que o garoto guiava de madrugada em companhia de um amigo, “dentro dos limites de velocidade” – SLR McLaren é um dos modelos superesportivos da Mercedes-Benz, equipado com motor V8 que o leva à máxima de 384,76 km/h- o play boy que a dirigia era ninguem mais, ninguém menos que o filho do Eike Batista.
O pobre Zé ninguém, é adotivo, pobre pé de cana e de pele negra; sua família diz querer apenas ju$tiça. Também é verdade que se o atropelante tivesse sido um Motorola de uma Brasília f…., com 4 prestações atrasadas e um mandado de busca e apreenção, a historia já teria se dado encerrada. Pobre Eike.